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Alentejo Litoral preocupado com desumanização dos serviços de saúde

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29 de Março de 2018

“Foi-nos relatado um grau de desumanização do Hospital do Litoral Alentejano que é motivo de enorme preocupação. Este facto parece-nos que em nada respeita às pessoas que prestam os cuidados, mas que eventualmente é consequência do próprio sistema”, afirmou no passado dia 27 de março Vítor Proença, Presidente da CIMAL, após uma reunião que juntou os municípios do Alentejo Litoral e cerca de trinta instituições do setor social da sub-região. O autarca sublinhou ainda que “esta situação é tanto mais grave quando estamos a falar de pessoas que, pela sua condição de idade ou de doença, se encontram já fragilizadas”.

Além de Vítor Proença, Presidente da CIMAL e do Município de Alcácer do Sal, o encontro contou também com as presenças de Álvaro Beijinha, Presidente do Município de Santiago do Cacém, dos vereadores com os pelouros da área social de Grândola, Odemira e Sines, Carina Batista, Deolinda Seno Luís e Fernando Ramos, e dos representantes de instituições particulares de solidariedade social, associações humanitárias e corpos de bombeiros e misericórdias do Alentejo Litoral.

“Esta reunião deixou-nos muitíssimo preocupados, porque a experiência das instituições de caráter social, quer IPSS quer bombeiros, trazem-nos ao conhecimento casos concretos. Não estamos a falar nem de políticas globais nem de números, estamos a falar das pessoas”, assinalou Vítor Proença.

O encontro, realizado em Alcácer do Sal, inseriu-se no Roteiro para a Valorização da Saúde, empreendido pelos Municípios do Alentejo Litoral no âmbito da CIMAL. Os Presidentes de Câmara haviam já reunido com empresas e empresários da sub-região, no passado mês de Fevereiro.

“Vamos continuar este Roteiro e já na próxima a semana reunimos com as Juntas de Freguesia. Queremos discutir a Saúde no Alentejo Litoral e a formulação de propostas consistentes exigem um conhecimento profundo do que acontece no terreno”, rematou Vítor Proença.